Rio De Janeiro Será Incluído Em PAC De Prevenção A Desastres Naturais

Governador Sérgio Cabral se reuniu com ministros nesta quarta-feira, na capital federal
O Rio de Janeiro vai receber R$ 1,9 bilhão do governo federal para investir em ações e obras de prevenção a catástrofes climáticas. A verba será transferida através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para Prevenção de Desastres Naturais, anunciado pela presidente Dilma Rousseff nesta quarta-feira (8/8), durante a inauguração das instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres, o Cenad, no Setor Policial, em Brasília.
O programa faz parte da estratégia do governo federal de desenvolver um plano nacional para a prevenção de tragédias, que prioriza as demandas mais urgentes apontadas pelos governadores dos estados mais atingidos, como proteção de encostas, dragagem de rios, fortalecimento das defesas civis, melhoria dos sistemas de alerta e construção de habitações por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida. Dos 290 municípios incluídos no programa, 37 estão no Rio.
Segundo o governador Sérgio Cabral, obras de prevenção, dragagem e construção de moradias orçadas em R$ 1,2 bilhão, estão em andamento na Região Serrana, mas a área deve receber ainda mais investimentos, assim como o Noroeste e a Baixada Fluminense.
Na terça-feira (7/8), Cabral se reuniu com os ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, do Planejamento, Miriam Belchior, da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, para apresentar suas propostas e conhecer melhor o PAC. Além da contrapartida federal, o estado também se comprometerá a investir em um planejamento preventivo de acidentes em períodos críticos do ano.
O Cenad
O objetivo do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres é monitorar os parâmetros dos fenômenos naturais através de um sistema informatizado para possibilitar o gerenciamento de ações preventivas e respostas, bem como a mobilização de recursos humanos, materiais e equipamentos, no intuito de evitar ou reduzir danos e prejuízos à sociedade. As informações de risco de desastre serão colhidas diuturnamente, permitindo o geoprocessamento via satélite.
O seu funcionamento tem como base o estabelecimento de parcerias com os Órgãos Estaduais de Defesa Civil e Instituições Técnicas, que disponham de recursos humanos, materiais e institucionais apropriados, além de informações úteis ao desenvolvimento das atividades do Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC.
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